domingo, 21 de julho de 2013

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Primeiro amor:
"Meu estômago vai explodir!"
Primeiro beijo:
"Da onde surgiu esta língua?"
Primeira decepção amorosa:
"Vou morrer...!"
Primeira transa:
"Pronto! Foi! Agora é entender como se aproveita."
Primeiro orgasmo:
"Aiiiiiii...é assssssiiimmmmm..."
Primeiro carro:
"Se apagar no sinal. Saio do carro e finjo que não é comigo. Depois mando o guincho."
Primeira viagem com o namorado:
"Droga! Agora todo mundo vai saber que eu dou!"
Primeiro emprego:
"Consegui!"
Primeiro salário:
"Shopping!"
Primeiro casamento:
"Até que a morte os separe!"
Primeiro filho:
"Doutor, eu quero parto normal."
Primeiro parto:
"Doutor, faça alguma coisa! Aiiii... Eu não lembro do nome! Aiiiii...algo com César! Aiiii... Faz logo!  (mais gritos)."
Primeiro choro:
"Fraldas. OK. Mamada. OK. Está quentinho? OK. Por que chora então?  (choro conjunto)."
Primeiro Dia das Mães na escola:
"Este é o porta-lápis mais lindo da minha vida! Obrigada! (lágrimas)."
Primeiro divórcio:
"Enfim, só! (sorrisos nervosos)."

sábado, 20 de julho de 2013

GAIOLA DAS LOUCAS

HOJE ESTOU COM AS MINHAS


NO BLOG

GAIOLA DAS LOUCAS,

CONDUZIDA PELAS MÃOS DA INAIE,

UM PRAZER, INENARRÁVEL!

QUEM QUISER DAR UMA ESPIADA

PASSA AQUI

OBRIGADA!

BJS A TODOS!

BOM FINAL DE SEMANA!

GISA

sexta-feira, 19 de julho de 2013

CÚMPLICES

Tudo parecia normal.
Sorrisos,
Conversas casuais.
Nada era percebido,
A não ser pelos olhos.
Faíscas escapavam 
Entre uma piscada e outra.
O fogo queimava
Deliberadamente
Sem que ninguém visse.
Tinham um segredo,
Eram cúmplices...

quinta-feira, 18 de julho de 2013

PERSONALIDADE

É para não fazer?
Faço.
É para não querer?
Quero.
É para não poder?
Posso.
Do contra?
Sempre!
E até as últimas consequências.
Incorrigível.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

TRÁGICO

Olhou o sinal:
"Vermelho."
Distraiu-se com os passantes,
Cruzando a rua rapidamente.
"Atitude típica das grandes cidades...
Pressa, sempre..."
Sinal?
Vermelho.
Relaxava ouvindo a música.
O tempo não passava.
Estava atrasada já.
Com certeza!
Vermelho, vermelho!
"Inferno! Isso não muda? Emperrou!"
Tentou cantar a melodia.
Não conhecia a letra,
Mas improvisava.
Era boa nisto, improvisos.
Lembrou dele.
Dos beijos,
Do calor,
Da despedida,
Da porta se fechando...
A lágrima refletiu a luz verde do farol.
Seguiu em frente.
Era o melhor que tinha a fazer.
Não sentiu a colisão.
Morreu antes da ambulância chegar.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

DIREITOS

Deixei ir.
Não me importo mais.
Afinal se ficasse
Nunca seria igual.
Guardarei para sempre
Os perfumes, as sensações, os sabores,
Os sorrisos, as trocas,  os murmúrios...
Recheados de nós.
Isso sim me pertence
E não abro mão!
Sou muito ciente dos meus direitos!
Nem pense em me contestar!

domingo, 14 de julho de 2013

CONFUSÃO

Hoy yo quiero volar
Like a dreamer
Je veux fermer mes yeux
Je t'écoute
Beside me.
Me voy a bejarte todo!
Esperame...
Wait...
Attends-moi...
Aguarda...

sexta-feira, 12 de julho de 2013

MEUS AMORES!

HOJE É UM DIA ESPECIAL

MINHAS MENINAS FAZEM 17 ANOS!



VALÉRIA


ISABEL



PARABÉNS GURIAS!

CONTINUEM SENDO ESSAS MENINAS MARAVILHOSAS, INTELIGENTES, AMOROSAS, DEDICADAS, ESTUDIOSAS, DELICADAS, BLOGUEIRAS, ATENCIOSAS, AMIGAS, DOCES QUE VOCÊS SEMPRE FORAM!

VOCÊS SABEM QUE MORAM NO MEU CORAÇÃO

BEIJOS!

MÃE


quarta-feira, 10 de julho de 2013

ASSOMBRAÇÃO

Sou inteira.
Gosto do todo.
Metades, frações, partes...
Desprezo-as!
Como boa egocêntica,
Estou no centro.
Meu campo gravitacional
É intenso.
Atraio o que eu quero
E o que não me interessa,
Explodo.
Levo meus atos ao extremo,
Sou de bordas...
Fios de navalhas,
Despenhadeiros,
Muito me interessam.
Viro cabeças para meus alvos.
Cuidadosamente iluminados
Por holofotes.
Condenso e evaporo
Na velocidade da minha luz interior.
Ninguém conhece minha verdadeira face.
Posso estar agora, aí, ao teu lado.
Cuidado...

terça-feira, 9 de julho de 2013

DESCARTÁVEL

Em um túnel de espadas,
Colorida de dourado
Dançou ao rei sol.
Em meio a reverências,
Apresentou-se de ímpeto
Aos olhos esbugalhados de inveja.
Era a preferida,
Sabia disso e se regozijava.
Ninguém a poderia atingir, ria.
Desenvolvia-se com desembaraço.
Graciosa, girava o corpo hipnotizando
Quem se atrevia a olhar.
Achava-se plena,
Superior aos demais.
Decepcionou-se quando percebeu
As primeiras chamas.
Queimou, diante de todos,
Ao pimeiro toque de posse do amado
Consumiu-se sem cessar
Até que cinzas virasse.
Foi soprada ao vento e descartada
No mesmo instante que outra bailarina
Adentrava, sob sonoros aplausos,
No luminoso túnel de espadas.

domingo, 7 de julho de 2013

ALICE?

 Saía cedo de casa, sempre no mesmo horário, mas mesmo assim acabava por se atrasar. Um dia era o trânsito, o outro, um acidente, o outro, uma lembrança doce que merecia ser de-gus-ta-da... Naquela segunda, apesar de tudo, as coisas não pareciam diferentes. Com o mesmo ar de normalidade cotidiana acordou às seis, bebeu o fraco café com dois biscoitos (manter o regime era fundamental), vestiu-se de forma inapropriada para o clima (não conseguia acertar nunca!) e saiu para o trabalho.
No carro, ligou o rádio. “Hummm, AQUELA música...”. Cantava melancolicamente a trilha sonora do seu pior momento. “Que final de semana...” pensou. Conseguiu trancar a lágrima que já se insinuava pensando no lugar mais comum dos pensamentos: o tempo! Em uma rápida análise do entorno ficou apreensiva, “O tempo já está se armando. É chuva na certa...Droga! Meus sapatos de camurça novos vão estragar! E eu nem paguei a primeira parcela...” Enfim, o que não tem remédio, remediado está, já dizia sua vó. Concentrou-se no trânsito.
Foi passando pela praia que avistou a primeira luz. Vinha forte, lá das bandas do mar. “Um espelho refletindo talvez”. Seguiu pela avenida que contornava a orla. Nova luminosidade fez-se notar, agora vinda de três direções, do mar, da areia e do céu. Pareciam canhões de luz, desses que se usam nas festas de final de ano. Três feixes brancos e intensos que venciam a luminosidade do dia nublado brincavam no ar e diante de seus olhos. Estacionou.
Saiu não acreditando que havia parado por aquela bobagem! Iria se atrasar feio e seu chefe iria ficar louco! “Dane-se o chefe!”, riu com a insolência. Descalçou os sapatos e os guardou no carro. “Pelo menos não iriam estragar...” Pisou firme na areia grossa.
As luzes pareciam que se cruzavam em um ponto determinado bem na beira. Foi com cautela que se dirigiu para lá surpresa de que ninguém mais havia percebido este movimento monocromático. Bingo! Todos os clarões uniam-se em um mesmo ponto. “Vinham de onde?” Parecia que esta pergunta era boba, sabia que deveria se concentrar no ponto de intersecção reluzente no solo. Sentou-se bem no meio e olhou o horizonte. Não sentia medo, sentia paz. A areia era mole e, em poucos instantes, foi tragada totalmente pela terra.
Caía rápido, escorregando por paredes que nunca imaginara que pudessem existir. Sempre gostara da história de Lewis Carroll, mas isso já estava ridículo. Olhos a acompanhavam por todo percurso podia os perceber como pontos de luz no breu. “Seriam eles os responsáveis pelas luzes dançantes lá de cima?” Aterrissou de forma leve em um suntuoso ambiente. “Agora só faltava o coelho gritando : - É tarde, é muito tarde!”.
Olhou em volta. Espelhos por todos os lados fechavam o espaço arrendondado. Tochas serviam de iluminação. O ar, irrespirável, a ofertava com uma sensação claustrofóbica. Ficou em silêncio tentando não se agitar para continuar respirando. Eles estavam lá. Os olhos que a acompanharam na descida estavam espalhados por toda volta. Todos não a perdiam de vista. “O que queriam? Quem eram?” Não sabia o porquê mas sabia que não deveria perguntar. Sem respostas permaneceu muda.
Uma música soou suave, doce. “Aquela música de novo?! Impossível!”. Diante de tal quadro esboçou um sorriso débil “O que seria mais impossível do que aquela situação?”. Ouviu a melodia e deixou-se levar. Dançou. Dançou intensamente.
Seus braços começaram a ganhar vida levados pelas mãos. Ondas sinuosas estremeciam o tronco que não pensava em interromper a energia que circulava entre as duas extremidades. Com movimentos compassados, exigiu que as pernas a acompanhassem e começou a se desprender do solo acabando, finalmente, por ganhar o ar. Com a convicção que nada a impediria, lançou-se em todas as direções apenas usando os sons como escadas. Subiu pelos acordes, rolou pelas notas, deslizou nas pautas. Alcançou as tochas com seus cabelos soltos, livres. Escalou as paredes úmidas, levitando ora aqui, ora ali. O ritmo frenético que se impunha pelos sons fez com que a roupa colasse ao seu corpo acentuando-lhe os contornos suaves e cada vez mais translúcidos. Desapareceu no meio instante em que os olhos piscavam.
Acordou atordoada na areia, pálida e com a certeza que não deveria ter aumentado a dose do antidepressivo sem ordem médica. Afinal tudo um dia acaba. Acabou. Deveria seguir sua vida em carreira solo. Ele tinha sido bem claro, “Nunca mais me procure...”. Agora não adianta surtar. A vida segue e “la nave va”...
Respirou fundo, levantou-se, sacudiu a areia da roupa e preparou-se para o sermão que ainda teria que ouvir no trabalho. Foi até o carro e no instante em que calçava os sapatos, a chuva começou intensa. “É Alice, tudo ainda pode piorar...”. Seguiu pensando em uma boa desculpa.
Os olhos continuavam a observando, mas decidiu não mais ligar para isso.

(Uma crônica para variar. Espero que tenham gostado. Beijos Gisa!)

sábado, 6 de julho de 2013

DESENHO

Na minha rua de papel
Deixo pegadas coloridas
De lápis de cera.
Desenho percursos
Ora lineares,
Ora sinuosos
Que levam a todos os lugares,
Sem chegar a nenhum.
Flores de hidrocor
Brotam nas bordas do passeio.
Sóis e estrelas compartilham,
Com a lua em festa,
os pasteis do céu irreal.
Pássaros de origami,
Meticulosamente colados
Aqui e ali,
Entoam seus cantos
Para que as luzes do imaginário
Façam seu bailado descuidado.
É,
Tudo é belo
Enquanto o aguaceiro não cai
Manchando os contornos.
Aproveitemos enquanto é tempo.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

ALÍVIO

O que não posso falar, penso.
Em ondas frenéticas, meu cérebro
Tenta desvendar os caminhos.
As idas e vindas estão em absurda confusão.
Não sei por onde começo,
Tampouco se devo encerrar.
O sol irá se erguer em minutos
E ainda não sei qual é a máscara mais apropriada
Para enfrentar o dia.
Quero chorar, mas as lágrimas não se importam mais comigo.
Quero morrer, mas a morte desistiu de mim há muito.
Quero fugir, mas não tenho mais forças.
Deito em silêncio e aguardo o nada me consumir devagar
Irei embora sem nunca ter chegado.
Tudo seguirá o infernal cotidiano
Que finalmente se cansou da minha figura.
Alívio.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

SIMPLES ASSIM

Fui feita para voar. Não me encaixo bem em possessivos, tampouco quero alguém de minha propriedade. A vida é uma, até que me provem o contrário. Vivo todos os dias o mais intenso que posso. Sei que cada minuto passado é passado. Sou feliz, sou infeliz, sou indiferente, mas sou. Egoísmo às vezes faz bem. Mando no meu mundo. Não devo satisfações a ninguém. Não exijo explicações de ninguém. Gostem de mim, ou não, sigo meu caminho de voltas e danças, de saltos e quedas. Sigo, simplesmente sigo.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

IGUAL

Mais uma vez:
Engano.
As mesmas dúvidas de sempre:
Onde foi que eu errei agora?!
Desenlace conhecido:
Afastamento.
Sentimento usual:
Frustação.
Gosto:
Amargo
Moral da história:
Mais uma lição.
Pergunta que não cala:
Um dia irei aprender?

terça-feira, 2 de julho de 2013

INSTANTE

Em rápidos instantes, decorei teus contornos, sob teu cuidadoso olhar.Senti teu toque esquadrinhando meus desejos e os acalmando. Um a um. Tua fala mansa. Teu corpo quente. Tua língua ágil. Tua virilidade pronta a me levar para onde sempre imaginei ser possível chegar. Agora passou. Entraste na bruma e sumisses na tênue luz do abajur. Restei só. Não me arrisco a decifrar a magia. Necessito sucumbir ao encantamento do silêncio. Estou quase lá.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

SENSAÇÕES

Vestida de sensações
Saiu às ruas.
Distribuía arrepios aos passantes.
Em alguns casos, intuía ser necessário
Um pouco de coração em disparada
Em outros, boas doses de suspiros.
No decorrer do passeio
Viveu intensamente cada passo
Cada encontro 
Com elevadas doses
De uis e de ais,
Muito calor e calafrios
Ocasionais...

domingo, 30 de junho de 2013

BOA NOITE

Tento me concentrar
Não consigo.
Teus olhos não querem sair dos meus.
Teu corpo insiste em me aquecer.
Teus braços...
Ah!
Teus braços me aconchegam prazerosamente.
Gosto do embate.
Gosto da dança.
Gosto da lembrança
Que gravaste a ferro na minha alma.
Te tive hoje
E te terei para sempre.
Depois pensaremos nas consequências.
Depois, só depois.
Por ora vou dormir com o teu gosto.
Boa noite.

sábado, 29 de junho de 2013

PRESENTE

1*  Parte:
Sinto tuas mãos moldando meu corpo.
Excitação crescente
No deslizar macio.
Teu peso sobre mim
Na certeza disfarçada de dúvida
Fez com que quiséssemos o mais.

2* Parte:
Vejo teu corpo e te desnudo
Pouco a pouco
Apreciando cada detalhe.
Sinto tua língua quente.
Quero.
Leve, muito leve,
Explorando meus contornos
E cavidades.

3* Parte:
Desbravamos caminhos
Praticamos invasões
Com calma
Aproveitando tudo
Que podemos nos oferecer.

4* Parte:
Acordamos abruptamente.
O sonho se foi.
A realidade bateu.
Fingimos fugir.
Fingimos fugir...
Fingimos...

sexta-feira, 28 de junho de 2013

PRESSA

Corro
Diante do natural impulso
De chegar mais rápido.
Perco
Todos os naturais impulsos que teria
Se chegasse mais devagar.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

ENCONTRO

O medo vinha
Arrastando-se pelos cantos,
Como o firme objetivo de roubar a cena.
O riso serpenteava por todo espaço
Dono absoluto do palco e das atenções.
Esbarraram-se no meio do último ato
Erguendo as máscaras rotas
Por um mínimo instante.
O medo sorriu.
O riso temeu.
Concluíram que ainda não era a hora.
Desviram os olhares
Seguiram caminhos opostos
Até o próximo susto.

terça-feira, 25 de junho de 2013

PARCEIRO




HOJE ESTOU NA CASA DE 
MEU GRANDE AMIGO, E AGORA PARCEIRO,



EM CARTAZ:
"TRISTE PEÇA EM UM ATO"

OBRIGADA PELA HOSPITALIDADE QUERIDO AMIGO.
MUITO ME HONROU TEU CONVITE!
UM GRANDE BEIJO

GISA

segunda-feira, 24 de junho de 2013

FANTASMA

Com os olhos cobertos
Pela fina renda que caía do chapéu
Assistia o baile
Do canto mais discreto da sala.
Pessoas divertiam-se ao sabor das músicas e bebidas.
Casais beijavam-se felizes pelo momento único.
Outros, passeavam, conversavam.
Tudo estava correndo da maneira habitual.
E era assim que teria que ser.
Levantou-se em silêncio
Retornando para o quadro que pendia na parede.
Gostava destes rasgos de realidade
De tempos em tempos.
Sentia-se viva
Depois de muito.






OBRIGADA QUERIDOS AMIGOS!
OBRIGADA POR TANTOS MIMS E CARINHOS
QUE ME DEDICARAM NO MEU DIA!

Um beijo grande

Gisa

sábado, 22 de junho de 2013

4+4+4+...= 48

Quatro estações
Mais
Quatro elementos
Mais
Quatro cantos da sala
Mais
Quatro pontos cardeais
Mais
Quatro luas de Galileu
Mais
Quatro pés das cadeiras
Mais
Quatro Cavaleiros do Apocalípse
Mais
Quatro paixões de Júpiter
Mais
Quatro grandes ventos
Mais
Quatro Imperadoes
Mais
Quatro rodas
Mais
Quatro cabeças do dragão

Igual

48 anos de vida,
48 anos de experiências,
48 anos de amigos,
48 anos de paixão
E
Na espera dos próximos
Quatro,
Quatr,
Quat,
Qua,
Qu,
Q,
.
.
.
Até não poder mais.



FELIZ ANIVERSÁRIO PARA MIM!


UM BEIJO A TODOS!


GISA

quinta-feira, 20 de junho de 2013

PELOTAS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL


12 MIL PESSOAS


12 MIL CIDADÃOS



PROTESTANDO EM PAZ
E SEM QUALQUER TIPO
DE VIOLÊNCIA OU VANDALISMO.

EXERCÍCIO DE DEMOCRACIA MEMORÁVEL
FOI LINDO!

PARABÉNS PELOTAS!
PARABÉNS BRASIL!






quarta-feira, 19 de junho de 2013

BRASIL




AMANHÃ É O DIA DA MANIFESTAÇÃO
NA MINHA CIDADE.
VAMOS JUNTOS PARA A RUA
EM BUSCA DE MUDANÇAS
IMPRESCINDÍVEIS AO FUTURO DO NOSSO PAÍS!
TE AMAMOS
BRASIL!


segunda-feira, 17 de junho de 2013

ACEITAÇÃO

Como um pião
Girou forte
Repelindo tudo
Que ameaçava
Interpor-se ao seu caminho.
Estava maravilhada
Com a força
Que lhe brotava de dentro
E interferia ativamente no meio.
Ela podia, se quisesse,
Ela podia!
Finalmente conseguiu
Aceitar o seu poder
Com um sorriso de alívio!

sábado, 15 de junho de 2013

FUGA

Cansada.
A porta da rua entreaberta
Convida à fuga.
Fugir?
Não, não é suficiente.
Quero desaparecer
Sem deixar direção.
Talvez um dia percebam
Minha ausência...
Ou talvez não...

sexta-feira, 14 de junho de 2013

TRISTE

Dentro da lágrima
Escorreu pelo rosto.
Contornou todo delicado percurso
Com a firme ideia de que
Aquele era o encerramento.
Acarinhou os lábios receptivos
Entrando, sem pressa, na boca.
Com o sabor salgado,
Dissolveu-se na língua
Acreditando que, um dia,
Poderia recomeçar.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

AMOR

No amor acordou.
Foi um despertar doce.
Cores, por todos os lados,
Brincavam de cabra-cega.
Acordes atrevidos insinuavam-se
Pelos finos voales
Presos ao teto abobadado.
As luzes piscavam
Sem aparentar qualquer cansaço.
Tudo era bom.
Tudo era belo.
Tudo era perfeito.
Até a próxima solidão.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

EMBATE

Na beira do precipício
Olho meus pés.
Meus dedos
Agridem a paisagem
Com superioridade
E a desdenham
Repletos de empáfia.
A paisagem os atrai
Com promessas de envolvimento
Certa do seu poder de persuasão.
Meu corpo gélido,
Prende o ar excessivo dos ansiosos
E aguarda,
Sem muitas conclusões,
O desfecho
De tal embate.

sábado, 8 de junho de 2013

HOMEM SÉRIO

Homem sério.
Problema.
Minha boca se cala.
Meus olhos se fecham.
Minhas mãos paralisam.
Tento esquecer.
Meu corpo não compreende.
Por que não pode
Incendiar,
Enlouquecer?
Rebela-se.
Sinto!
Respeito idéias
Mas não controlo impulsos.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

ATÔNITA

Feita em magma
Voou aos ares.
Precipitou-se ao solo,
Chuva vermelha e pulsante,
Desfazendo em cinza
O que era verde.
Tinha consciência
Da morte que carregava,
Mas nunca havia imaginado o seu destino.
Como rocha fixou-se no caminho.
Foi com tristeza que assistiu
O mundo a seu entorno
Recuperar as cores
E fazer que nunca
Percecera a sua passagem.

terça-feira, 4 de junho de 2013

CIFRADA

Escrevo,
Apago,
Escrevo,
Apago,
Escrevo,
Apago.
Não adianta
Ficarem curiosos!
Existem coisas
Que não podem
Ser entregues assim,
Facilmente.
Concentrem-se.
Leiam as entrelinhas.
Sintam as energias,
Desvendem os duplos sentidos.
Isto!
Desnundem minha escrita
E minha alma lhes pertencerá
Vamos,
Tentem.
Pode até valer a pena...

domingo, 2 de junho de 2013

AZUIS

Do abismo azul,
Fez-se turquesa.
Emitia brilhos
Ora cianos,
Ora celúrios.
Cabelos de azul-marinho
Profundo,
Acalmavam as ondas
Propiciando uma doce navegação.
Os olhos celestes
Alcançavam o horizonte
Tragando a pequena nau
Ao seu destino anil.
Safiras iluminavam
A noite lazúli.
A luz cobalto
Conquistara-lhe definitivamente.
Ia sem medo.
Ia sem volta.
Ia sem fim...