sábado, 12 de dezembro de 2015

PRESA

Pertencia.
Almejava pertencer
A si própria,
Mas pelo visto,
A carta de alforria
Iria tardar.
Enquanto esperava,
Tecia os dias, meses, anos...
Na esperança de que
Ao findar a rede
O prêmio final alcançasse...
Por ora seguia.
Pertencia.

3 comentários:

Fê blue bird disse...

Querer pertencer a si própria é um direito de todo o ser humano.

Amiga Gisa,desejo que o seu Natal seja cheio de luz, de paz, de alegria, de saúde, mas sobretudo com muito amor, sabedoria e otimismo. Feliz Natal!

Um beijinho

Rogerio G. V. Pereira disse...

Minha Alma me escraviza
Meu Contrário também
Eu que até decidi
Não ser escravo de ninguém

MARILENE disse...

Associo esse pertencer com uma libertação... que a ninguém chega em sua plenitude.
Bjs.