segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

DUALIDADE

Preciso ir.
Sei o caminho de cor.
Já o percorri tantas vezes
No meu imaginário,
Que sou capaz de reconhecer
Seus contornos e nuances.
Quero ficar.
Apesar de tudo, apesar de todos.
Gosto do aconchego
E dos sons cotidianos...
Ademais, 
Lembranças pesam,
Como as poderia carregar?
Vou.
Fico.
Vou.
Fico.
Ou...

5 comentários:

Rogerio G. V. Pereira disse...

Não sei se vá, se fique
Não sei se fique, se vá
Se vou lá, não fico aqui
Se fico aqui, não vou lá

Façamos como eu faço
Fico a meio caminho
E com algum jeitinho
Todas as hesitações disfarço

ANTONIO CAMPILLO disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
ANTONIO CAMPILLO disse...

Pues sí, Gisa, es una verdadera dualidad. Preguntarse ¿qué hacer?, no es suficiente. Se debe optar por una de las dos cuestiones planteadas. Y es difícil, tan difícil como que el fiel de una balanza de precisión quede en absoluto equilibrio. Quien posee esta terrible dualidad ¿se encontrará bien solo con una de ellas? Creo que no. Este es el eterno dilema.

Un cariñozo abrazo, querida Gisa.

Manuel disse...

Fique, a vida aqui é mais vibrante.
Solte esse grito mas fique, não sabemos viver sem a sua presença. Bom 2015!
🎉🎊🎉🎊🎉🎊🎉🎊

Evanir disse...

Foi um privilégio caminhar a seu lado no decorrer desse ano .
Estou passando na minha última visita de 2014 e
agradecida por um dia ter conhecido uma
pessoa tão maravilhosa como você.
Nunca terei como agradecer seu companheirismo
que fez você ser tão espacial para mim.
Que essa amizade compartilhada no percurso
de mais um ano seja a alavanca para prosseguir em mais um ano.
Desejo um ano novo de grandes conquistas sonhos que se realize paz e esperança .
Sem despedidas deixo um encontro marcado para compartilhar novos momentos...
Agradeço esse presente divino que tem o nome de amizade.
Feliz Ano Novo.
Até nosso próximo reencontro em 2015.
Beijos ternos e carinhosos.
Evanir.