domingo, 23 de dezembro de 2012

DESABAFO

Vejo o rochedo cedendo à tempestuosidade do mar
Tenho medo.
Minha obra construída sobre ele já balança.
Ficarei até o último momento.
Se tudo afundar,
Terei que me acostumar com a nova paisagem,
Pois estará chegando a hora de abrir novos portões
E tentar recomeçar a caminhada.
Estou triste, mas em pé.
Irei chorar e seguirei.
Sem olhar para trás.

5 comentários:

Lyu somah disse...

Adorei!
Acho que cada um vai entender de uma forma. Vejo sentimento, vejo um recomeço. Nunca é tarde para recomeçar!

Bjos Gisa

Lyu somah
http://lyusomah.blogspot.com.br/

Rodrigo disse...

Dá-lhe Gisela! Estamos contigo, beijão!

Rogério Pereira disse...

Só se olha para trás
Se não se quiser partir
Se não queremos ir
Fica
Nada se afundará
O mar...
o mar há-de se acalmar
O mar se acalmará

Cris Campos disse...

Gisa minha linda! Seja feliz nesse momento e em todo o novo que está por chegar! Que Deus continue abençoando teu coração lindo com plenas realizações sempre! Gr. Bj.!

ANTONIO CAMPILLO disse...

Siento mucho el llanto de la protagonista. Los problemas cotidianos, la incomprensión, la estructura social que nos ahoga, son los culpables de muchas de las sinrazones de una vida dura y triste.
Si hay que empezar de nuevo el problema es todavía más grave por la desidia en la contratación a pesar de experiencia, curriculum o profesionalidad.
Sí, hay que seguir en pie y dar, si es posible, una fuerte patada a los culpables.

Un fuerte abrazo, querida Gisa.