domingo, 31 de março de 2013

MASOQUISMO

Tuas ordens ainda ecoam
Na parte mais escondida do meu cérebro.
Cheias de farpas,
Ferem ao simples toque.
Gosto da dor que causam.
Não consigo apagá-las,
Assim, tento isolá-las.
Quem sabe um dia cansam de me atordoar?
Tomara que não...

6 comentários:

Patrícia Pinna disse...

Bom dia, Gisa. Um sofrimento que causa prazer, uma contradição em si, contudo, belo poema.
Tenha uma Páscoa de paz!
Beijos na alma!

Patrícia Pinna disse...

Bom dia, Gisa. Um sofrimento que causa prazer, uma contradição em si, contudo, belo poema.
Tenha uma Páscoa de paz!
Beijos na alma!

Mar Arável disse...

O que arde cura?

ANTONIO CAMPILLO disse...

Complejo y difícil, Gisa, que el dolor, el aturdimiento y el recuerdo se separe de nosotros con facilidad. Nuestra mente no olvida nada y nosotros dependemos de ella. A pesar de ello, el tiempo es el secante de las lágrimas que siempre surgen con el recuerdo.

Un fuerte abrazo, querida Gisa.

Rogério Pereira disse...

A dor alojada na mente
É a dor que mais se sente

*Escritora de Artes* disse...

Tomara que nao...rs

Adorei!

Bjos