quinta-feira, 19 de setembro de 2013

INSENSATAS

Definitivamente bêbada,
Gostava de escolher imagens
Que poderia passar.
Respirava fundo,
E era intelectual.
Desabotoava a blusa,
Transfoemava-se em mundana.
Lambia os lábios
Sentia-se sensual.
Tantas em uma.
Todas escondidas
No breu das pessoas sensatas
Aguardando o momento
De serem insensatamente
Verdadeiras.

8 comentários:

Cidália Ferreira disse...

Olá Gisa

Gostei de ler.
Pois acho que muitas a vezes, a bebida em demasia, deixa que as pessoas nos mostrem realmente o que são na realidade!
É o que penso.

beijos

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Ivone disse...

Ótimo post, muitas vezes as pessoas querem ser elas mesmas, mas a sociedade cobra, taxa, e assim vão aos poucos acumulando energias que um dia extravasam mesmo que seja estando "definitivamente bêbadas"!
É difícil ser autêntico, mas mesmo assim vale a pena arriscar, sensatez tem limites!!!
Abraços!

*Escritora de Artes* disse...

A bebida revela coisa que até Deus dúvida, rs

Bjos

Dilmar Gomes disse...

Muito bom, amiga Gisa. Ser gente é diferente de ser uma pedra, uma máquina, uma bitola...
Um abração. Tenhas uma boa noite.

Evanir disse...

Mais uma vez estou voltando
com as mãos estendidas
para segurar as suas com infinito amor.
Que , a alegria de dividir meus sonhos
seja bem recebida por você e ,
que você também compartilhe
desse meu sonho.
Que , nossa amizade nos permita compartilhar
alegrias , felicidades e também nossas tristezas.
A mais preciosa amizade é alimento ,
que sacia nossa alma
é aquela , que crê em nós
é aquela , que nos aceita da forma , que somos ,
pois somos seres humanos
parecidos sim nunca com pensamentos iguais.
Um abençoado e feliz final de semana.
Beijos no coração ,paz e carinho na alma.
Evanir.
PS:Com a chegada da primavera na
postagem tem um mimo
da primavera.
Carinhosamente te ofereço
um mimo é simples mais feito com
muita ternura.
Uma oferta de amor pela nossa amizade.

heretico disse...

musical e coleante - como os passos de um tango...

beijo

Malu Machado disse...

AH insensatez .... O que seria da vida se não fosse esse ir e vir do sagrado e do profano? Muito belo o poema. Me identifiquei de cara!

ANTONIO CAMPILLO disse...

Supongo, Gisa, que su borrachera se debía a la codicia pagana, excitante y bella, de la mujer a la que sin pudor besó, lamió y tocó, con la avaricia de quien no está acostumbrado a sentir unas sensaciones tan placenteras. No es malo tener un arrebato que sea dulce y erótico al deleitarse ambos de la miel de sus cuerpos.

Un fuerte abrazo, querida Gisa.