terça-feira, 24 de setembro de 2013

SINA

Sentia o tufão
Abrir-lhe rasgos no peito
Enquanto respirava.
Não tinha muito tempo agora.
Correu para a pedra mais alta
E lançou-se aos ventos
Que vinham chegando.
Rapidamente incorporam-se
A sua volta seguindo seu comando.
Saiu, mais uma vez
Para cumprir
Sua cármica sina.
Varreu o solo 
Sem maiores traumas,
Até a mais completa
Destruição.

7 comentários:

Dilmar Gomes disse...

Amiga Gisa, os poetas possuem a capacidade de viajar no espaço criado pela sensibilidade.
Um abração. Tenhas uma boa tarde.

Cidália Ferreira disse...

Boa tarde.
Lindo, gostei de ler.

Beijinho

Gostava que me visitasse no dia de hoje... para podar partilhar consigo um padacinho de mim.

obrigada

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Arnoldo Pimentel disse...

Sinas pra se viver.Parabéns.

AC disse...

Ah, querida amiga, a tua determinação nunca deixa de me surpreender. E eu gosto.

Beijo :)

Flor de Jasmim disse...

Uma sensibilidade que adoro em ti
minha queria amiga.


beijinho e uma flor

Sonhadora (RosaMaria) disse...

Minha querida

Um poema cheio de garra...um grito à vida
Adorei como sempre ler-te.

Um beijinho com carinho
Sonhadora

ANTONIO CAMPILLO disse...

Un metafórico poema de potencia, poder y desolación tras el paso de ese fenómeno que envuelve sin piedad.

Un fuerte abrazo, querida Gisa.