segunda-feira, 25 de agosto de 2014

CORTES

Quero te acarinhar,
Sei que não posso.
Sonho passear contigo.
Sei que não posso.
Gostaria de apenas sentar,
Quietinha, e te ouvir.
Sei que não posso.
Realidades distantes,
Vidas mutantes,
Destinos errantes.
Uma pena, mas...
Sei que não posso.

5 comentários:

Dilmar Gomes disse...

Pois é amiga Gisa, apesar daquele dito de que poder é querer, tal nem sempre ocorre. Eis a vida! Um abração. Tenhas um linda semana.

PERSEVERÂNÇA disse...

Feliz segunda-feira!
É fascinante esse desejo intimo que temos para com o que não está ao nosso alcance; mas também é mais fascinante quando usamos nosso melhor sentimento para sonhar e respirar o que sentimos por alguém...
Gostei muito do que escreveu , diria que me senti a personagem, rs

Beijinho
Nicinha

Rogerio G. V. Pereira disse...

Por vezes a palavra é um carinho
que chega ao seu destino
Por vezes um verso
é um sonho em que me aconteço

A distancia das realidades
vencem-se com as asas
das palavras

Sei que podes

ANTONIO CAMPILLO disse...

Nada existe más doloroso, Gisa, que la imposibilidad espacio-temporal de poder unir a dos espíritus puros que se aman, se desean se apasionan solo con pensarse, se funden en el crisol incandescente de unos instantes juntos. Emplearían el tiempo en mirarse, sentirse, olerse, hablarse, y cogerse de la mano por el largo malecón que separa turbulentas aguas entre mares batidos por fuertes vientos. Arderían juntos y se quemarían juntos.

Un cariñoso abrazo, querida Gisa.

wcastanheira disse...

Um mimo, seu poema sempre dxa um q de desejo no ar, gosto muito muito de andar por aqui e dxo pra ti guria tri beijinhos e beijinhos