quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

EMBUSTE

Das várias cores, escolheu o branco.
Dos ritmos múltiplos, o jazz.
Das 24 horas, a 24.
Dos múltiplos rostos, o sério.
Perfilou-se entre tantos
E foi única.
Escolhida, ao aparente acaso,
Vibrou e chorou.
Será que ele percebera o embuste?

4 comentários:

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Todas as cores servem para as pessoas se esconderem e esconder as suas falsas personalidades.

Cris Campos disse...

Gisa,

muitos passam despercebidos e nos deixam desapercebidos... coisas da vida. Gr. Bj. minha amiga!

ANTONIO CAMPILLO disse...

Sospecho que no porque los eligió él. Nada existe peor que las malas decisiones que perturban la sintonía con el entorno. Sólo queda tiempo para arrepentirse.

Un fuerte abrazo, querida Gisa.

Rogério Pereira disse...

Não há embuste
Não há acaso nas escolhas

Sério!