quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

MUTAÇÃO

Quieta
Respiro o ar que não mais desejas.
Habito as frestas que não vês.
Alimento-me dos teus restos
De sonhos malditos.
Vivo o vácuo da tua imagem
Até as últimas consequências.
Com azar,
Serei tu um dia
E não me lembrarei nunca
Da onde deverás então
Estar.

9 comentários:

Rô... disse...

oi Gisa,


gosto de relações inteiras,
e gosto de ver e ser vista,
assim acredito...

beijinhos

Sonhadora (RosaMaria) disse...

Minha querida

Como o teu poema me tocou, por vezes estamos vestidas de nada.

Um beijinho com carinho
Sonhadora

Silenciosamente ouvindo... disse...

É como a Rosa Maria diz.
Está muito bonita na foto do
seu perfil.
Bj.
Irene Alves

Arnoldo Pimentel disse...

Mutações que misturam.Parabéns.

Dilmar Gomes disse...

Amiga Gisa, passando por aqui para deixar o meu abraço. Tenhas uma boa noite.

Andradarte disse...

Mais um poema imaginativo da Gisa.
Abraço

ricardo alves / são paulo,brasil disse...

eu diria paradoxal e metafísico...

*Escritora de Artes* disse...

Perfeito!

Bjos querida amiga

ANTONIO CAMPILLO disse...

Si se es un día que empieza las imágenes deben ir formándose conforme el día avanza. No hay nada antes que ellas. No existe el día sin ellas. Puedo ver lo anterior pero no lo que se está produciendo en cada instante.

Un fuerte abrazo, querida Gisa.