segunda-feira, 28 de outubro de 2013

MORTE

Sob o véu se percebia
Alguma beleza.
Voava de um canto ao outro
Como que quisesse dar um aviso.
Geralmente conseguia compreender
Os seus recados, mas hoje...
Havia algo de errado.
Aflita,
Começou a procurar
O porquê de tanta angústia.
Deparou-se com o fio dourado
Partido.
Entendeu de imediato.
Era o momento do adeus.
Fechou os olhos e abriu a janela
Caiu no chão no mesmo instante
Em que ela ganhou os céus.

5 comentários:

Cidália Ferreira disse...

Boa Tarde!

Passo para lhe desejar uma boa semana.

Gostei de ler

beijo
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

*Escritora de Artes* disse...

Oi Gisa,

Adorei o texto, imagino ser mais ou menos assim....

Bjos

CHIICO MIGUEL disse...

Gisa,
passando aqui para te dar bom dia.
"Fechou os olhos e abriu a janela
Caiu no chão no mesmo instante
Em que ela ganhou os céus". Versos bonitos mas deixar de falar da morte, somos tão moços!
abs.
chico miguel

Lê Fernand's disse...

morte sempre dolorida
pra quem fica
pra quem vai, partida


bj meu

ANTONIO CAMPILLO disse...

Excelente alegoría que expresa la levedad del espíritu, la belleza protegida por leves telas de sudario y la instantaneidad de la separación entre alma y cuerpo.

Un fuerte abrazo, querida Gisa.