sábado, 13 de novembro de 2010

A ESFINGE

O que causas em mim?
Não sei ainda, só sei que gosto.
O prazer de estar viva, o fogo e a água, o ímpeto e a experiência, a ação e o pensamento.
Só irás até onde eu quiser... e se eu quiser.
Este jogo do andar e fazer parar e avançar mais uma casa e voltar duas é uma maneira de se renovar.
Só tu não sabes que jogo.
Este jogo é só para mim, para o meu prazer.
És o objeto que eu uso e abuso e o mais doce é que aceitas impassível e com um sorriso nos lábios.
Um dia vou te devorar,
Pois não conseguirás me decifrar...

11 comentários:

A. Reiffer disse...

Há lirismo e filosofia neste belo poema. Parabéns! Abraços!

Gisa disse...

Obrigada Reiffer, gosto de poder contar com a sua companhia.
Um bj

Lu disse...

Gisa e sua escrita teatral, envolvente, que nos faz vivenciar seus relatos como se neles entrássemos e deles participássemos.
Muito gostoso seu texto, amiga!
Se bom ou ruim, a vida, o amor... eternos jogos...
Beijo!

Gisa disse...

Obrigada Lu, adoro te ver por aqui!
Os jogos são necessários...
Aparece sempre.
Bjs.

AC disse...

O piscar de olho, a sedução...
(Mas de tal forma que quase faz lembrar o predador a manipular a presa)

Beijo :)

Gisa disse...

E por que não a segunda figura AC? rsrsrs
Um bj adoro ver você por aqui! Obrigada pela visita.

Solfejando poesia disse...

Lindo, menina!
Sensual, conquistador, ahhh, muito bom!
Suas letras são ótimas!

Beijos, Gisa!

Álly

Sil.. disse...

Gisa, coisa mais linda suas palavras.

Me fez lembrar algo da Elis Regina, qdo ela mesma se chamava de esfinge.

Muito bonito!

Um grande abraço!!!!

Gisa disse...

Obrigada Ally! Bjs.

Obrigada Sil e quanta honra na comparação!
Um bj.

Marinha disse...

Gisa, viajo em teus escritos e me transporto a um lugar cheio de sensações. Uma tela, talvez. Ou para o paraíso das palavras.

Gisa disse...

Obrigada Marinha, viaje quanto quiser! Será um prazer.
Um bj.