terça-feira, 13 de agosto de 2013

DESCARTÁVEL

Jamais descarto um caminho.
É ele quem me descarta...

8 comentários:

lidacoelho disse...

muitas escolhas também são nossas ...

Ricardo- águialivre disse...

Bom dia

Será que é assim?

Fique feliz
********************
http://pensamentosedevaneiosdoaguialivre.blogspot.pt/

Cidália Ferreira disse...

Boa tarde.

Fico na dúvida

beijo

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Gisalindamiga

Não me interessa quem escolhe quem ou quem descarta quem; só sei que o haikai é lindo

Os bonitões e a docinha continuam de férias; isso éké vida!!!! Por isso seguem 3qjs para as 3mininas, 1abç para o Eduardo, bjs da Quel e qjssimos para tu.

Henrique
_________

Com a nova secção OLHAR NA OBJECTIVA já começaram a chegar fotos; por isso podem mandar!

A Bel está quase a sair e a mamãe dela também. Refiro-me a textículos...


Pérola disse...

Ora aí está uma frase que dá que pensar...

beijo

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

SE é verdade que devemos ser os actores da nossa vida em vez de nos lamentarmos na plateia, não é menso verdade que é muitas vezes o próprio caminho que nos (re)orienta, acede ou... descarta. Mas o nosso papel cumpriu-se: não descartar o caminho, que é como quem diz, ter tentado...

O êxito não se mede tanto pelo resultado, mas pelo esforço que fizemos :)

Um beijinho amigo

ANTONIO CAMPILLO disse...

No creo que nadie pueda rechazarte. Debes pensar que tras el camino pedregoso queda una autopista que hay que mantener y cuidar. Siempre se debe tratar el rechazo con el convencimiento de ser innecesario. Es la única forma de poder soñar. Te recomiendo visionar "Una relación particular". Se encuentra en mi blog.

Un fuerte abrazo, querida Gisa.

CHIICO MIGUEL disse...

Gisa,
Querida amiga quero deixar-te flores com um abraço para que a noite seja cheia de caminhos indiscartáveis,como é do temperamento geminiano.
Mando tambéum poema para você:
OLHANDO AS SOMBRAS

Francisco Miguel de Moura*



As sombras não me assombram
Nem dão sol nem sombra,
O que me assusta.
E eu me pergunto:
“Para onde vão as sombras?
Aquelas dos que têm alma
E coração ardente”?

Talvez virem estátuas de sal
Ou, leves, voem como pombas.

As sombras me intrigam,
Mesmo que eu saiba da luz
Que as abrigam.

Seremos, no infinito,
As sombras do que fomos?


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*Francisco Miguel de Moura, poeta do mundo, porque poeta não tem endereço, poetas têm sonhos e poemas inacabáveis.