segunda-feira, 18 de junho de 2012

BOCADINHOS

Comia amoras bem devagar. 
Primeiro o A,
Depois o M, 
Seguia no O, 
Colocava o R na boca 
E degustava o conjunto. 
Parava.
Não queria mais, 
Estava satisfeita
Já tinha tudo para ser feliz

11 comentários:

Rogério Pereira disse...

Que inveja

A mim tocou-me

uma ROMÃ...

*Escritora de Artes* disse...

Nada além do amor....(lindo)....

Bjos

Mª LUISA ARNAIZ disse...

Seguía un pensamiento "dietético" de Gandhi. Simpático texto.
Besos.

Dilmar Gomes disse...

Amiga Gisa, teu bom poema deixou-me com água na boca e comecei a pensar em outras frutas tais como cerejas, araças, pitangas...
Um abraço. Tenhas uma linda semana.

Dilmar Gomes disse...

Amiga Gisa, teu bom poema deixou-me com água na boca e comecei a pensar em outras frutas tais como cerejas, araças, pitangas...
Um abraço. Tenhas uma linda semana.

Cris Campos disse...

Amora tem a cara do amor mesmo! Ô fruta dos deuses! Adorei a analogia. Gr. Bj. doce amiga!

Palavras disse...

Oi Gisa,

Porque o amor por si basta!

Lindo! Beijos

Leila

JP disse...

Olá Gisa,
Gostei. O amor é tudo! Dá sempre uma bela refeição.

Beijinho

Flor de Jasmim disse...

O amor está para além de todas as coisas!
Lindo Gisa.

Beijinho e uma flor

Carla Ceres disse...

Que bonitinho! Só você pra conseguir inovar com amor/amora, Gisa. Beijos!

ANTONIO CAMPILLO disse...

Bien, cada uno posee unos límites para saciar su deseo, apetito o lo que queramos llamarle.
Personalmente creo que no se debe desperdiciarse ni una sola letra de aquello que queremos. Primero, porque son necesarias todas las letras para componer el deseo querido. Si falta una, solo una, el sentido de lo apetecido puede cambiar.
Y segundo, posiblemente menos importante, no se trata de comer el plato del pobre, aquel en el que no debe quedar nada en él a pesar de estar satisfecho, se trata de completar la totalidad del deseo aunque sea en dos veces.

Un fuerte abrazo, querida Gisa.