domingo, 30 de outubro de 2011

PAPEL

Quero
A beleza dos momentos de papel
Com seus rabiscos feitos a lápis colorido.
Suas múltiplas possibilidades de dobraduras e recortes.
Seus voos em céus azuis ou cinzentos ao sabor da brisa.
Quero.

16 comentários:

Sérgio Pontes disse...

Adoro ler-te, beijinhos

Andradarte disse...

Quem impõe assim o querer,...terá certamente...
Beijo

Márcio Ezequiel disse...

Queremismo
shakespeariano

Quero
A marcha do soldado
Capacete de papel
Quero a pena como lança
Um escudo de cordel
Encouraçado de jornal
E se o quartel prender fogo
Aí já não quero
Adeus recruta zero
Adeus bandeira nacional!

Rô... disse...

oi Gisa,

o papel nos permite milagres,
de todos os tipos,
cores e formas...
adorei!

beijinhos

Silenciosamente ouvindo... disse...

Perante uma folha de papel branco tudo pode
acontecer.Depende do nosso sentir, da
nossa vontade, do nosso desejo.
Beijinhos, amiga.
Irene

OceanoAzul.Sonhos disse...

É no papel que se escrevem momentos ou sonhos eternos.

bjs Gisa
oa.s

don vito andolina disse...

Hola,preciosas letras van desnudando la integral y pura belleza de este blog, si te va la palabra elegida, la poesía, te invito al mio,será un placer,es
http://ligerodeequipaje1875.blogspot.com/
gracias, buen día, besos anómalos...

M. disse...

Nada substituirá o papel. O tacto, o cheiro...

Belo escrito o teu. Vou imprimir:)

Cores da Vida... disse...

Como um origami para cada uma das emoções...

Beijos,

Nos Amando... disse...

nem me fala
que saudades
de receber uma carta
um poema um bilhetinho
hoje isso acabou
linda semana
bjs

iglesiasoviedo disse...

Es un intimo placer el leer tus inteligentes poemas, un gozo descubrir tus finas ironías, tus ocultos sentimientos y la suave forma de mostrarlos. Un beso querida amiga.

Julie disse...

Es realmente genial! El papel se deja escribir todo... Y tú sabes escribir lo más bello y filosófico. Un abrazo, amiga.

Dilmar Gomes disse...

Amiga Gisa, teu poema me levou ao passado, quando rabiscava meus primeiros poemas à lapis.
Belos tempos, velhos dias, por quê? Por que a gente era jovem!
Um abração. Tenhas uma linda semana.

Rogério Pereira disse...

Queres
a beleza
de objectos artesanais
Mas não os terás mais
Lápis?
Papeis riscados?
Imagens coloridas
Cores amenas ou garridas?
Papeis
desenhados?
dobrados?
recortados?
É passado!,
E nenhuma brisa
desliza
Sobre este frio teclado...

Mas olha,
Não foi com papel e lápis
que este poema me foi dado

Catia Bosso disse...

Tambem quero, Lindinha!


bjs meus

Anne Lieri disse...

Gisa,nada como um papel,não é mesmo?Eu não abro mão do meu caderninho!...rss...bjs e linda poesia!